DIÁLOGO SOBRE DÍZIMO

 

1 – Irmã, gostaria de uma explicação sobre o Dízimo, que foi falado hoje no Círculo de Oração.  Confesso que não entendi bem porque devo dar uma parte do meu salário...

 

2 – O Dízimo é a décima parte da nossa renda e é dado para o mantimento da obra do Senhor.  De cada 100 que temos, 10 são de Deus!

 

1 – Qual foi o Pastor que instituiu o Dízimo?

 

2 – Abraão, patriarca dos filhos de Israel, deu o Dízimo de tudo o que recuperou na guerra contra os reis que levaram cativo o seu parente Ló.  Melquisedeque, rei de Salém, foi ao encontro de Abraão, que lhe deu o Dízimo.  Mas foi o próprio Deus quem instituiu o Dízimo.

 

1 – Deus não precisa do meu Dízimo, Ele é o dono do ouro e da prata, por isto, não pretendo dar 10 por cento da minha renda a Ele.  Isto me parece tão pouco para Deus!...

 

2 – Deus não instituiu o Dízimo para si, e sim para a sua obra.  Dar o Dízimo é um ato de fé e amor que fazemos para ver a prosperidade da obra de Deus na Terra.

 

1 – Sou pobre, como o meu Dízimo ajudará a obra do Senhor?  Minha renda é baixa.  A obra de Deus deve ser mantida pelos ricos a quem ele salvou!

 

2 – O Dízimo nos põe em igualdade diante de Deus e da Igreja, se sou pobre ou rico, minha colaboração é a décima parte do que eu ganho.  O rico não dá seu Dízimo em maior proporção, nem o pobre em menor e Deus aceita igualmente as ofertas!

 

1 – Nada pode me obrigar a Dar o Dízimo, este dinheiro é meu por direito!

 

2 – Tem razão, o dinheiro é seu e só você pode dar-lhe destino, sabendo que: quem dá o Dízimo por fé tem sua fazenda abençoada e que, na verdade, estamos devolvendo ao Senhor uma pequena parte do que já é dele.  Se não fosse Deus, você teria alguma coisa?

 

1 – Reconheço que o Senhor me dá saúde, condição de trabalho, o sol, a chuva e tudo o que preciso para viver...

 

2 – Não deves esquecer que a Terra é de Deus e tudo o que nela há!  Nós somos apenas gerentes dos bens que julgamos ser nossos!

 

1 – Me dê um relato sobre o Dízimo, estou ainda muito confusa...

 

2 – Jacó, quando foi para a Terra de Labão, seu tio, nada tinha.  Mas orou a Deus pedindo-lhe que lhe fizesse prosperar na Terra para onde ia e lhe desse condição de retornar em paz à Casa de seu Pai.  Se fosse assim, daria ao Senhor o Dízimo de tudo.  Deus atendeu a oração de Jacó, que retornou à terra de seu Pai com grande riqueza!

 

1 – Nos antigos tempos, a quem se dava o Dízimo?

 

2 – A lei de Moisés regulamentou o Dízimo dando-lhe fins claros, que era o sustento dos levitas, que por sua vez davam o Dízimo de provisão ao Sumo-sacerdote, pois eles dedicavam inteiramente à obra do Senhor!

 

1 – Já estou começando a entender que quando alguém dá o Dízimo é porque quer ver a obra de Deus prosperar...

 

2 – É sim!  E vemos que a obra do Senhor tem crescido e enviamos missionários a outros países, construímos templos, tudo isto sem ajuda de qualquer instituição financeira...

 

1 – Poderei prosperar depois que começara dar o Dízimo?

 

2 – Pessoas que tinham pouca coisa puseram na mão do Senhor e Ele multiplicou de maneira tal que houve grande abundância: a mulher do filho dos profetas pôs na mão de Deus um pouco de azeite e foi tão abençoada que o azeite multiplicou e encheu muitos vasos.  A ordem do profeta Elizeu para aquela mulher vale para nós hoje: “Vai, paga a tua dívida e vive do resto!”

 

1 – Eu quero honrar ao Senhor com o meu Dízimo, mas sei que enfrentarei dificuldades...

 

2 – Na verdade, as maiores dificuldades enfrentam os que não pagam o Dízimo, pois não são abençoados como deveriam ser!  Assim nos diz o senhor, através do profeta Malaquias: “Trazei todos os dízimo à Casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa e depois fazei prova de mim, diz o senhor, se eu não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança!”

 

1 – Que promessa gloriosa!  Ouvindo estas coisas fiquei muito feliz e a minha fé aumentou!  Quero lhe agradecer por tudo o que ouvi e de hoje em diante, nunca mais deixarei de dar o Dízimo!

 

(Desconheço a autoria, mas o pessoal o usava na congregação em Novo Prado – Recife – PE)

 

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